Estética corporal

Subcisão para Celulite em Diadema

Técnica voltada especificamente às depressões da pele associadas às traves fibrosas, com avaliação criteriosa antes de qualquer indicação.

Mãos com luvas pretas avaliando a coxa de uma paciente deitada na maca, antes do procedimento de subcisão

A subcisão para celulite em Diadema é uma técnica voltada a um alvo específico: as depressões da pele — os chamados "furinhos" — associadas às traves fibrosas que puxam a pele para baixo.

É importante começar por aí, porque celulite é um termo amplo. Ele engloba alterações diferentes, e nem todas respondem à mesma abordagem. A subcisão não trata "celulite" de forma genérica: ela atua sobre um mecanismo determinado.

Por isso, a avaliação presencial define não apenas se a técnica é indicada, mas quais depressões especificamente podem ser trabalhadas.

O que é a subcisão?

Em algumas regiões do corpo existem tratos fibrosos que ligam a pele às camadas mais profundas. Quando esses tratos ficam mais rígidos ou encurtados, eles tracionam a pele para baixo, formando uma depressão visível na superfície.

A subcisão é uma técnica que atua sobre esses tratos, com o objetivo de liberar essa tração e trabalhar o relevo da região.

Diferente de tratamentos que atuam sobre a superfície da pele, ela trabalha na estrutura que está por baixo — e é justamente isso que a torna adequada para esse tipo específico de depressão.

Nem toda celulite é a mesma coisa

Este é o ponto que mais gera expectativa equivocada.

O aspecto irregular da pele pode ter origens diferentes:

  • depressões por traves fibrosas — o alvo da subcisão;
  • alteração no tecido gorduroso, com aspecto ondulado mais difuso;
  • flacidez de pele, que responde melhor a recursos como o bioestimulador de colágeno;
  • combinação de mais de um fator, que é o cenário mais comum.

Na avaliação, observa-se a região em diferentes posições, porque algumas depressões só ficam evidentes com a musculatura contraída ou em pé. Essa análise define o que é possível.

Como é realizada a sessão?

A sessão começa com a marcação das depressões que serão trabalhadas — uma etapa feita com a paciente em pé, para que a marcação corresponda ao que se vê no dia a dia.

Em seguida é feita a assepsia e aplicada anestesia local nas áreas marcadas. O procedimento é então realizado ponto a ponto, conforme o planejamento.

Ao final, a região recebe curativo quando necessário e você recebe as orientações de cuidado. A duração varia conforme a quantidade de pontos trabalhados, geralmente entre 30 e 60 minutos.

Mais detalhes sobre subcisão para celulite

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Quantas sessões são necessárias?

Depende da quantidade e da profundidade das depressões, da região e da resposta individual.

Em alguns casos, um número menor de sessões trabalha as principais depressões; em outros, o planejamento é mais longo e feito por etapas, por região.

O intervalo entre sessões respeita o tempo de recuperação do tecido. O planejamento é apresentado após a avaliação, com clareza sobre o que será trabalhado em cada etapa.

Quando os resultados podem aparecer?

Nos primeiros dias, a região apresenta equimoses e sensibilidade — isso é esperado e faz parte do processo.

O aspecto do relevo começa a ser avaliado depois que essa fase passa, e a evolução continua nas semanas seguintes, conforme o tecido se reorganiza.

A resposta varia bastante entre pessoas e entre depressões diferentes na mesma pessoa. Depressões antigas e profundas costumam responder de forma mais gradual.

Cuidados depois do procedimento
  • equimoses, sensibilidade e endurecimento local nos primeiros dias são esperados;
  • evitar atividade física intensa pelo período orientado;
  • evitar exposição solar direta na região enquanto houver equimose;
  • usar malha compressiva quando indicada;
  • seguir as orientações sobre higiene e cuidado local;
  • manter os retornos combinados;
  • comunicar qualquer sensação diferente do esperado.

Vale organizar a agenda considerando os primeiros dias, especialmente se houver compromissos que envolvam exposição da região.

Subcisão e harmonização de glúteos

A subcisão é uma das técnicas que podem compor um protocolo de harmonização de glúteos, dependendo do que a avaliação identificar.

Quando a queixa principal são as depressões, ela costuma ser o recurso central. Quando envolve também firmeza da pele ou contorno, outras técnicas podem ser associadas em etapas.

Isso não significa que todas serão utilizadas: o protocolo é montado a partir do que faz sentido para cada caso.

Pontos de atenção

O que considerar neste tratamento

01

Alvo específico

A técnica atua sobre as depressões associadas às traves fibrosas, e não sobre a pele de forma genérica.

02

Marcação individualizada

As depressões são marcadas com a paciente em pé, para corresponder ao que se vê no dia a dia.

03

Planejamento por etapas

Regiões e pontos podem ser trabalhados de forma progressiva, conforme o caso.

04

Avaliação honesta

Quando a origem do aspecto irregular não é a trave fibrosa, isso é dito antes.

Dra. Fernanda Mendes Di Bernardi na clínica em Diadema, onde é feita a avaliação para subcisão para celulite
Indicações

Para quem pode ser indicado

A indicação depende sempre de avaliação individual. De modo geral, este tratamento costuma ser procurado por:

  • Pessoas com depressões visíveis na pele dos glúteos ou das coxas.
  • Quem já entendeu que a queixa está ligada a traves fibrosas, e não apenas à flacidez.
  • Pacientes em planejamento de harmonização de glúteos, quando indicado.
  • Quem busca trabalhar o relevo da pele com expectativas realistas.

Se você não se identificou com nenhum dos pontos acima, ainda assim vale conversar. A avaliação existe justamente para entender o seu caso.

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Dúvidas

Perguntas frequentes sobre subcisão para celulite

Reunimos abaixo as dúvidas que mais aparecem em consulta. Se a sua não estiver aqui, fale com a gente pelo WhatsApp.

Ela atua sobre as depressões associadas a traves fibrosas. Nem toda alteração no relevo da pele tem essa origem, e a resposta varia conforme o caso. A avaliação define se a técnica é adequada.

É realizada anestesia local nas áreas marcadas. Sensibilidade nos dias seguintes é esperada, e as orientações de cuidado ajudam nesse período.

Sim. Equimoses na região são esperadas e fazem parte do processo. Costumam regredir ao longo dos dias, e vale considerar isso ao agendar.

Depende da quantidade e da profundidade das depressões e da resposta individual. O planejamento é apresentado após a avaliação, geralmente por etapas.

Nenhum procedimento estético é permanente. O organismo continua seu processo natural, e novas alterações podem surgir ao longo do tempo. A manutenção é reavaliada periodicamente.

Em alguns planejamentos sim, em etapas. A combinação e a ordem são definidas na avaliação, considerando o tempo de recuperação de cada técnica.

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Mendes Di Bernardi · Diadema

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